Clima entre Bolsonaro e Pazuello é bom após polêmica sobre vacina

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Joédson Alves/EFE - 16.09.2020

Clima entre Bolsonaro e Pazuello é bom após polêmica sobre vacina


O clima entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, é amistoso após o recuso da pasta sobre a intenção de compra de 46 milhões de doses da Coronavac, vacina produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, do governo do Estado de São Paulo.

A intenção da compra havia sido anunciada por Pazuello em reunião virtual com os 27 governadores nesta terça-feira (20). Em nota, o ministério afirmou que, uma vez aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a vacina Coronavac seria utilizada pelo governo federal no SUS, por meio do Programa Nacional de Imunizações.

Leia mais: ‘Povo brasileiro não será cobaia’, diz Bolsonaro sobre vacina chinesa

De acordo com assessores palacianos, Pazuello reafirma a declaração e lembra que há um protocolo de intenção para adquirir lotes da vacina fabricada pelos laboratórios chinês e paulista. O ministro da Saúde assegura, ainda, a declaração de Bolsonaro sobre a não obrigatoriedade da vacina contra o novo coronavírus.

Pazuello diz a interlocutores que, de forma acelerada e sem obter resultados concretos, o governo de São Paulo gera “desinformação e ruídos” ao mesmo tempo em que articula para receber recursos federais para o desenvolvimento da vacina Coronavac.

Veja também: ‘Não classificamos vacina por razões ideológicas e eleitorais’, diz Doria

No entanto, na manhã desta quarta-feira (21), Bolsonaro havia desautorizado Pazuello e afirmou que o governo federal não compraria a “vacina chinesa de João Doria”. A informação foi publicada em resposta a um apoiador nas redes sociais. Ao R7 Planalto, o presidente confirmou a informação.

Bolsonaro assegurou que os brasileiros não serão cobaias. O presidente disse, ainda, que não se justifica um bilionário aporte financeiro num medicamento que sequer ultrapassou sua fase de testagem. “Diante do exposto, minha decisão é a de não adquirir a referida vacina”.

Joédson Alves/EFE – 16.09.2020
Fonte: R7

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