Mourão diz que posição do governo sobre eleições americanas é ‘neutra’

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Cláudio Marques/ Futura Press/ Estadão Conteúdo - 23.10.2020

Mourão diz que posição do governo sobre eleições americanas é ‘neutra’


O vice-presidente Hamilton Mourão disse, nesta terça-feira (3), que posição do governo sobre as eleições nos Estados Unidos, independente de quem vença, é “neutra”. “O relacionamento do Brasil com os Estados Unidos é um relacionamento de Estado para Estado. Independente do governo que estiver lá. Obvio que cada governo tem suas prioridades, tem suas características. Então, pode ter algumas mudanças pontuais, mas no conjunto da obra nós vamos continuar com as mesmas ligações”, afirmou. 

Sobre as declarações de Joe Biden, adversário de Donald Trump, a respeito das queimadas na Amazônia, que podem influenciar na abordagem do problema por parte dos americanos, Mourão diz que “primeiro eles tem que resolver os problemas deles”. 

“Vamos lembrar que os Estados Unidos é um dos países que mais emitem gás carbônico no mundo. Então, primeiro eles tem que resolver os problemas deles para depois vir pros nossos”, ressaltou o vice-presidente. 

Vacina chinesa

O vice-presidente Hamilton Mourão aproveitou para esclarecer a questão da vacina, que provocou declarações conflitantes entre Mourão e o presidente Jair Bolsonaro. 

Na última sexta-feira (30), em entrevista a uma revista, o vice disse que é “lógico” que o governo vai comprar a a vacina chinesa produzida em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo. Enquanto isso, Bolsonaro tem se mostrado menos flexível em relação a vacina chinesa e chegou a afirmar que não faria a população brasileira de “cobaia”.

“Eu conversei com o presidente. O que eu quis colocar ali é o seguinte: a vacina é a vacina brasileira. Qualquer vacina ela vai ser produzida aqui no Brasil. E óbvio que o presidente vai tomar a decisão que for melhor para o conjunto da população brasileira, que é responsabilidade dele”, explicou.

No entanto, Mourão disse que a questão da vacina não é tão simples e reafirmou que não há brigas no governo, e sim “opiniões”. “Essa vacina não é uma coisa tão simples. Vamos lembrar que ela mexe com a nossa estrutura molecular, mexe no RNA. Então os cientistas vão ter que dizer quem são os prioritários pra tomar essa vacina. Se determinados grupos não é o caso de tomar como, por exemplo, criança. Então tem que estudar isso aí”, avaliou o vice-presidente.

“Aqui não há briga. Existem opiniões, que hora são conhecidas e hora não. Mas quem decide é o presidente e ele foi eleito pra isso”, completou. 

Cláudio Marques/ Futura Press/ Estadão Conteúdo – 23.10.2020
Fonte: R7

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