Paulo Guedes entrega primeira fase da proposta de reforma tributária

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Edu Andrade/Ascom/ME - 15.05.2020

Paulo Guedes entrega primeira fase da proposta de reforma tributária


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O governo federal, por meio do ministro da Economia, Paulo Guedes, entregou nesta terça-feira (21) ao Congresso Nacional sua primeira fase da proposta de reforma tributária, que prevê a unificação de PIS e Cofins.

A entrega presencial da proposta, vista como um gesto aos congressistas, reuniu o presidente do Congresso e Senado, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), parlamentares e funcionários do Ministério da Economia.

Entenda: Governo vai propor reforma tributária em 4 fases. Veja quais são

A proposta já é debatida na Câmara e Senado, que discutem reformas tributárias com mais impostos. No primeiro caso, o texto unifica cinco impostos e, no segundo, nove. Confira, abaixo, o projeto de Guedes:

Primeira fase

Na primeira fase, o governo propõe apenas a unificação do PIS e Cofins em um único imposto, chamado de CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), com alíquota de 12%. Críticos argumentam que a unificação de impostos federais é onerosa para o setor de serviços, responsável por cerca de 70% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro.

Segunda fase

Na segunda fase, o governo irá propor uma reformulação dos impostos IPI e impostos indiretos sobre o consumo – tema de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) no Senado Federal, a PEC 110. Esse texto, contudo, deve ser enviado ao Congresso Nacional em cerca de um mês.

Mais: Conheça os detalhes da proposta de reforma tributária e como ela vai mexer no seu bolso

Terceira fase

Na terceira fase, o governo irá propor alterações do imposto de renda, tanto de pessoa física como de jurídica. No primeiro caso, a ideia é reduzir alíquota e dedução e, no segundo, o objetivo é reduzir impostos sobre as empresas e tributar lucros e dividendos, hoje isentos. 

Quarta fase

Na quarta fase, o governo irá propor a ampliação da desoneração da folha de pagamentos para além dos atuais 17 setores, que teve extensão até 2021 vetada por Bolsonaro. Para compensar a perda de arrecadação com a redução do pagamento sobre a folha, a proposta prevê a criação de um novo imposto sobre as transferências digitais – o governo estuda cobrar 0,2% sobre as operações digitais.

Edu Andrade/Ascom/ME – 15.05.2020
Fonte: R7

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