O que a quarentena trouxe de bom e de ruim para a nossa vida sexual?

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O que a quarentena trouxe de bom e de ruim para a nossa vida sexual?


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Nesses mais de três meses de isolamento social, mulheres que estão longe dos parceiros se reinventarem em busca de prazer. Já quem vem passando esse tempo junto, em casa, também teve de procurar alternativas para evitar o desgaste o casamento e esquentar a relação. De uma forma ou de outra, a quarentena mexeu com a nossa vida sexual. 




mulher no celular
Freepik/reprodução

O sexo virtual pode ser uma maneira de experimentar coisas novas em momentos como esse

Segundo a sexóloga Andréia Fiamoncini, a quarentena tem ajudado muitas mulheres a redescobrirem a masturbação, por exemplo. A prática chegou até a ser recomendada por governos de alguns países no auge da pandemia

“Independente de ter ou não parceria, a mulher pode explorar a própria sexualidade olhando para esse corpo, tocando, acariciando, sem pressa, sem cobrança. Para isso, a mulher pode aproveitar enquanto estiver no banho, ensaboar bem as mãos ou usar algum óleo, passar lentamente pelo corpo e usar vários tipos de toques, ritmos e pressões”, diz Andréia.

A brincadeira não precisa ser sempre sozinha. “A mulher pode convidar a companhia para essa troca e descoberta. Primeiro um faz no outro e depois troca. A ideia é similar, ou seja, acariciar o outro, cada parte do corpo, com vários tipos de toques, ritmos e pressões. O objetivo é ampliar as sensações, encontrar novas zonas de prazer e estímulos.

Falta de libido: E agora?

Todo o estresse do momento também pode prejudicar a vida sexual. O acúmulo de tarefas, a rotina desorganizada e o estresse, tudo isso pode afetar a libido. 

“É natural a libido diminuir. A melhor forma de lidar com isso, é encarar com naturalidade essa situação. Para casais, comunicação sempre é o melhor caminho”, recomenda a especialista.

Em caso de disparidade da libido entre os membros do casal, vale tentar entender o lado do outro para lidarem com isso juntos, entender as causas que podem gerar a indisposição no outro e encontrar uma forma de amenizar isso.

“Outro ponto importante, é o casal ampliar o foco de atenção na relação, olhar pra relação muito mais além do que só sexo, ou seja, investir em atividades que exigem menos esforço como as carícias, beijos, explorar a erotização, desfocar dos órgãos sexuais. Esses momentos ampliam e reforçam a intimidade do casal”, aponta Andréia.

Para a sexóloga, esse momento pode ser uma boa oportunidade para as mulheres se entenderem e abraçarem com naturalidade o comportamento sexual e essas mudanças que acontecem no corpo.

“Acho que trouxe à tona que para muitas mulheres, sexo talvez não tenha sido tão importante, mas que pode se tornar a ser, pode ensinar a reconhecer melhor o corpo e a descobrir novas sensações e novos prazeres, pode ensinar que sexo pode ser bom e que pode estar na lista de prioridades e, claro, que a mulher pode ter autonomia e que isso favorece muito na relação sexual e na vida”, concluiu a terapeuta sexual.

Fonte: IG Mulher

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