Alta do dólar influencia nos preços das rações: saiba como economizar

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Alta do dólar influencia nos preços das rações: saiba como economizar


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Alta do dólar influencia nos preços das rações: saiba como escolher o alimento mais saudável e economizar
Kabo / Unsplash

Alta do dólar influencia nos preços das rações: saiba como escolher o alimento mais saudável e economizar

No último dia 21, o dólar sofreu um aumento significativo: a moeda americana fechou em R$ 5,668. Isso representa um acréscimo de quase 13%, já que em 25 de julho o dólar estava em R$ 4,938. Com isso, os preços de diversos produtos aumentaram, inclusive no setor de ração para os pets. 

Segundo o empresário do setor pet Rodrigo Chen, a alta do dólar influi demasiadamente no preço das rações, principalmente por conta dos ingredientes. Os conservantes, por exemplo, são componentes caros e os artificiais não são produzidos no Brasil. Outros fatores, como armazenamento das rações em que são utilizados plásticos e outras matérias primas, também sofreram alta nos preços.


“Os ingredientes utilizados, como soja, milho e frango são classificados como commodities, com preço em dólar. Quando ele aumenta, por serem produtos exportados, o mercado interno paga mais caro. Geralmente esses produtos são a base das rações. Em resumo: quando todos esses compostos sofrem alteração de preço, o impacto se traduz diretamente no preço da alimentação ao pet”, diz.

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De acordo com o empresário, rações mais nutritivas costumam ser mais caras. “Não há uma ‘receita’ para a economia. As rações mais equilibradas e nutritivas, por exemplo, costumam ser mais caras. Quando o tutor/consumidor pensa em comprar uma ração mais barata, geralmente a escolha é por alguma com valor nutricional mais baixo e aí o animal precisa comer mais para saciar da mesma forma, além de poder engordar – já que algumas contam com altos níveis de gorduras”, explica. 

A melhor forma de economizar na hora de adquirir a ração para o pet é analisar custo e benefício. “Uma ração que contém proteína 100% animal é uma das escolhas, pois a taxa de absorção no organismo do pet é maior quando a fonte de proteína é a carne/frango. Ela pode chegar a 80/90%. A soja e milho também são fontes de proteínas, mas com absorção menor (em torno de 60%). Dessa forma, o animal está saciado com menor quantidade de ração e com todos os nutrientes que precisa”, pontua.

Existem alternativas para a ração?

Quando o assunto é alimentar os animais, muitos se questionam se a ração pode ser substituída por alimentos de humanos, por exemplo. No entanto, Rodrigo salienta que a ração ainda é a melhor opção para os bichinhos. “Já a questão de oferecer ‘comida de humano’, não é recomendável. Nossa digestão e as necessidades nutricionais são diferentes daquela encontrada no organismo animal. Existem complementos alimentares para incluir na comida que preparamos, mas eles são caros”, esclarece.

Mesmo com o preço elevado, o empresário explica que as vantagens da aquisição da ração são maiores em relação a outras opções.“A ração é o alimento mais barato para os pets. Quando pensamos em comidas naturais, como as feitas com arroz e outros ingredientes, ela é mais cara, já que os produtos são mais onerosos e o processo de produção é mais longo e custoso. Mas, por ser produzida em grande quantidade, a ração se mostra a opção mais adequada”, finaliza. 

Fonte: IG PET

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