Mulher atribui ao gato de estimação  descoberta de um câncer de mama

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Mulher atribui ao gato de estimação  descoberta de um câncer de mama


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Kate King-Scribbins e seu gato Oggy
Reprodução/Instagram

Kate King-Scribbins e seu gato Oggy

Os animais de estimação são incríveis e a cada dia que passa eles nos surpreendem mais. Prova disso é o que aconteceu com Kate King-Scribbins, que atribui a seu gato de estimação a descoberta de um câncer de mama, localizado em seu peito esquerdo.

“Oggy sempre adorou se aconchegar em meus braços, mas começou a se aconchegar de forma mais agressiva do que de costume”, contou e entrevista ao Caters News.

“Eu tentaria colocá-lo para o outro lugar, mas ele simplesmente não aceitou. Ele parecia mais determinado do que nunca a ficar deitado perto do meu peito esquerdo”.

Até que, em uma manhã, após meses notando o comportamento estranho do gato, Kate acordou com uma dor muito forte que tomava todo o seu corpo. Fazendo um auto exame, ela descobriu um caroço estranho em seu seio.

A dona de Oggy foi diagnosticada com câncer de mama já no terceiro estágio, sendo submetida a sessões de quimioterapia e radioterapia.

“Só quando senti o caroço e recebi o temido diagnóstico é que percebi o que ele estava tentando me dizer todo esse tempo”, disse.

“Eu olho para trás, nas mudanças de comportamento dele em relação a mim antes do meu diagnóstico de câncer de mama e realmente acredito que ele estava tentando me alertar para os perigos que cresciam em meu corpo”.

Kate atribui a Oggy, o gato que resgatou há 15 anos, a descoberta de sua doença ainda nos estágios iniciais. Contudo ela sabe que muitos serão céticos e não darão importância aos instintos do gatinho.

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“Não culpo as pessoas que não acreditam em mim”, continuou. “Mas não ligo de parecer louca se isso ajudar alguém ser alertado de um problema de saúde mais cedo do que eu”.

Essa não é a primeira vez que Kate passa por um problema sério de saúde, em 2019 ela foi diagnosticada com uma rara mutação genética CDH1, que causa tanto câncer de mama lobular quanto câncer gástrico difuso hereditário.

Na época, os médicos foram forçados a remover todo o estômago dela. Hoje Kate já não tem mais nenhum vestígio da doença.

“Não posso dizer que estou livre do câncer, todos os pacientes com câncer sabem os efeitos dos tratamentos e check-ups sempre serão necessários”, disse ela.

Entretanto, desde que concluiu a quimioterapia e passou pela cirurgia de remoção do tumor, Oggy deixou de concentrar sua atenção ao peito da tutora.

“Se ao menos eu tivesse percebido o que ele estava tentando me dizer”, ressaltou.

Kate brinca que se Oggy soubesse falar, ele a chamaria de “estúpida” por ignorar seus sinais de alerta.

“Se ao menos os pets pudessem falar… Não consigo parar de pensar que eu poderia descoberto meu câncer mais cedo se eu entendesse o que ele queria me dizer”, concluiu.

Fonte: IG PET

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