Covid-19: Piracicaba tem mais 9 casos confirmados e positivos chegam a 273; total de mortos: 17

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Piracicaba tem mais 9 casos confirmados e positivos chegam a 273; total de mortos: 17

Piracicaba tem mais 9 casos confirmados e positivos chegam a 273; total de mortos: 17

A Secretaria Municipal de Saúde divulgou novo boletim na tarde deste sábado, 16, com a confirmação de mais nove casos de covid-19 em Piracicaba.

A cidade ainda tem outros 99 casos suspeitos, 758 casos descartados, 273 casos confirmados, sendo que destes, 166 já estão recuperados e 90 estão em tratamento.

Cidade também soma 17 óbitos.

Dos novos casos, quatro são 2 homens, de 50 anos, 2 homens de 33 anos e 32 anos, e cinco mulheres de 47 anos, 45 anos, 41 anos, 32 anos e 31 anos.

Centro de Triagem do Coronavírus já atendeu 3.500 pacientes

Maior procura pelo serviço segue sendo durante o dia

O Centro de Triagem do Coronavírus, que funciona desde o dia 1º de abril ao lado da UPA Piracicamirim – Rua Rio Grande do Norte, 135 –, realizou até esta terça-feira (12) cerca de 3.500 atendimentos – média diária de 85 atendimentos. Do total, 76,24% são adultos (entre 12 e 60 anos) – 2.632 pessoas, 15% idosos (518) e 8,72% crianças (menores de 12 anos) – 302 pessoas.

A maior procura pelo serviço segue sendo durante o dia, das 6h às 18h (2.446) e o menor fluxo, durante a madrugada (138). Das 18h às 24h, foram atendidos 894 pessoas. No último balanço divulgado pela Secretaria de Saúde no dia 30 de abril, 2.600 pessoas haviam sido atendidas.

Do total atendido até o momento, 143 pacientes foram encaminhados ao Hospital Regional, Santa Casa e HFC, classificadas como casos de urgência, porque apresentavam Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG); 14, para outras UPAs, para receberem atendimento adequado relativo a patologias diversas, e 133 tiveram alta médica.

De acordo com dra. Flávia Sá Molina, superintendente do setor de urgência e emergência da Prefeitura, os casos que exigem atenção especial são encaminhadas aos hospitais e assim que recebem alta, passam a ser monitorados em suas respectivas casas, via telefone, por profissionais da Vigilância Epidemiológica.

“Os casos de síndrome respiratórias que não exigem hospitalização, também são medicados e encaminhados para acompanhamento dos profissionais da Atenção Básica. Já os casos leves, que são a maioria, são medicados e orientados para que fiquem em casa”, explicou Flávia.

A UPA Piracicamirim

A UPA Piracicamirim foi escolhida para ser a porta de entrada exclusiva na rede pública de pacientes com problemas respiratórios. Por iso recebeu a tenda anexa, aberta, para evitar contágio, com 200 metros quadrados cobertos, proteção lateral e piso adequado. Sua função é dar suporte ao trabalho dos médicos e enfermeiras que estão na linha de frente durante a pandemia da Covid 19.

*Os números se referem aos atendimentos realizados do dia 01/04 até às 12h do dia 12/05

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